Ex-prefeito se esconde em forro de casa para fugir da polícia

31/01/2017

 (Foto: Divulgação Polícia Civil)

 

Para fugir da polícia, o ex-prefeito de Piên, na Região Metropolitana de Curitiba, Gilberto Dranka, se escondeu no forro da mansão em que mora. Um vídeo da Polícia Civil mostra o momento em que o Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) encontra o político, na manhã desta terça-feira (31).

 

 

Ele foi preso em seguida, suspeito de envolvimento na morte do prefeito eleito Loir Dreveck (PMDB). A vítima foi baleada por um motociclista em dezembro de 2016, quando viajava com a família para Santa Catarina.

 

Dreveck chegou a ser internado, mas morreu três dias depois.

 

A Polícia Civil não divulgou a motivação do crime.

 

Ao todo, foram expedidos 14 mandados judiciais, sendo três de prisão temporária, três de condução coercitiva, que é quando a pessoa é obrigada a prestar depoimento, e oito de busca e apreensão.

 

As ordens judiciais são cumpridas em Piên, no Paraná, e em Jundiaí e Balneário Camboriú, em Santa Catarina. As prisões temporárias têm prazo de oito dias e podem ser prorrogadas pelo mesmo período ou convertidas em preventiva, que é quando o investigado não tem prazo para deixar a prisão.

 

Entre os outros alvos da operação, estão os suspeitos de executar e intermediar o crime. "O homem que atirou contra o prefeito ainda é suspeito de matar por engano outra pessoa. Ele teria atirado contra um homem, dias antes, achando que se tratava do prefeito eleito", disse a Polícia Civil.

 

 

A assessoria de imprensa informou que por enquanto a Prefeitura de Piên não vai se pronunciar sobre o caso e que ainda está acompanhando os resultados e desdobramentos da investigação.

 

 

O crime


O crime ocorreu enquanto Dreveck viajava para Santa Catarina, pela PR-420, no dia 14 de dezembro. Ele estava em um carro da prefeitura, com a família, quando foi surpreendido pelo motociclista, que disparou contra ele.

 

O prefeito foi atingido na cabeça e encaminhado em estado grave ao Hospital e Maternidade Sagrada Família, em São Bento do Sul, Santa Catarina.

 

Depois, foi transferido para o Hospital São José, de Jaraguá do Sul, no mesmo estado, onde permaneceu internado até a morte.

 

À época, o delegado responsável pelo caso, Sérgio Luiz Alves, já tinha descartado a possibilidade de assalto. "O motociclista que efetuou os disparos não fez qualquer anúncio de roubo, apenas atirou e fugiu", declarou.

 

Fonte: G1 

 

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